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#Conto024 - O Barbeiro Negro

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Há alguns anos eu frequentava a mesma barbearia, eles estavam na galeria há uns 20 anos e eu ia lá no máximo há quatro anos. Sempre fui fiel ao meu barbeiro. Num fim de tarde qualquer, eu cheguei e não o vi, um barbeiro negro se levantou e veio em minha direção, perguntei pelo profissional que me atendia e ele respondeu que não estava, apontou sua mão para uma cadeira vazia.

– Senta - disse num tom firme.

Eu sentei e ia dizer como queria meu corte quando ele começou a cortar. Tentei dizer alguma coisa, mas fui interrompido.

– Eu sei o que faço - falou seguro e confiante.

Aceitei, em virtude da segurança e firmeza que ele me passava. Só então comecei a reparar nele. Era alto, forte, musculoso, quarentão e tinha a pele de ébano. Ele ia cortando e eu ali quieto.

– Gosto de clientes tranquilos - ele dizia e acrescentou – já basta minhas namoradas tagarelando sem parar.

Fiquei ali e percebi que tinha prazer em fazer o que ele dizia. Nunca tinha sentido essa sensação, mas era bom ser conduzido, ainda mais por alguém com tanta convicção. Ficava o observando. Ele foi fazer minhas costeletas e quando tocou meu rosto, senti um arrepio e me surpreendi tendo uma ereção. O que era aquilo? O que estava acontecendo? Estava incrédulo. Ele me tocava e eu desejava suspirar. Ele terminou o corte, eu paguei e fui embora. Quando saía, vi meu antigo barbeiro num canto da galeria. Sem graça, expliquei o que aconteceu e pedi desculpas.

No mês seguinte voltei e os dois estavam lá. Pretendia voltar a minha rotina, mas o negão - Juvenal é seu nome - se levantou e apontando para a cadeira vazia disse para eu me sentar e eu obedeci. Nem olhei mais para o barbeiro, numa saia justa como essa, abaixei os olhos e só observava, vez por outra, o Juvenal. Quando acabou, eu paguei e ele olhou para mim.

– Vamos ali no bar - disse com seu tom autoritário e de quem tem o controle.

Ele pediu, eu fui. Chegamos lá, ele pediu uma cerveja e uma água para mim, sem sequer me perguntar. Achava estranho, mas gostava de estar ao lado de quem sabe o que quer. Não tinha muito o que falar e confesso que tentei puxar um papo. Ele me pediu que ficasse quieto e começou a conversar com outros frequentadores do local. Pediu outra cerveja e eu ali, quieto. Quando acabou, virou-se para mim.

– Paga - disse Juvenal, certo do que aconteceria.

Eu paguei e saímos dali. Na galeria, ele me disse que queria conversar comigo. Falou que era sobre o outro barbeiro. Que ele quis tomar satisfação com ele e que ele sabe como agir nesses casos, mas que prefere ter que evitar. Então, mandou que eu voltasse a barbearia e pedisse desculpas a ele dizendo que a partir de agora eu só cortaria o cabelo com ele, Juvenal, e que estava mais satisfeito assim.

Eu concordei e ele nem agradeceu, apenas disse que era melhor do que ter de dar uns tapas no sujeito. Eu percorri a galeria, no que pareceu ser uma das mais longas caminhadas que já tive. Entrei de volta na barbearia e falei para todos que pudessem ouvir. Fui embora arrasado, mas ansioso para a próxima volta, que dessa vez - por minha ansiedade aconteceu - em três semanas. Ele riu ao ver que voltei tão cedo.

– Por que demorou tanto. Veio cedo, hein - disse.

Quando acabou, a rotina do botequim e ele concluiu dizendo que era para eu ir na casa dele à noite, que ele ia terminar o serviço. Eu pensei em dizer que não estava entendendo - e não estava certo mesmo do que acontecia - só que gostava de obedecê-lo.

A noite fui até sua casa e o encontrei apenas de calças jeans, quando pude observar bem seus músculos e tórax. Ele estava em plena forma. Ele me trouxe uma bebida e eu bebi. Ficamos ali, vendo tv no sofá dele, quando ele me fez beber uísque. Relutei, mas não teve jeito, logo comecei a ficar mais desinibido. Ele se aproximou, colocou a mão por trás do meu ombro e sussurrou no meu ouvido:

– Vamos.

Não acreditava no que estava ouvindo.

– Sei que você quer, posso ver. Vejo como você gosta de me obedecer, não gosta? - perguntou cheio de autoridade.

– Sim.

– Assim que eu gosto.

Ele me puxou pela mão e me levou para seu quarto, era grande e com uma cama de casal e um armário antigo. Sem que eu me desse conta, me puxou contra seu peito nu e me beijou. Senti um certo nojo de início, nunca havia beijado outro homem, mas meu pau duro me denunciava o tesão. Ele me acariciava e rasgou violentamente minha blusa, quando eu soltei um grito.

– Segura a onda - ele mandou. – Você ainda não viu nada.

Ele segurou no meu cacete e eu suspirei.

– Tá gostando? - perguntou.

– Adorando. Uma delícia! - respondi.

Logo ele desabotoou a calça e pôs seu mastro a minha disposição. Tive dificuldade de engolir, mas para minha inexperiência acho que me saí bem. Lembrava das mulheres chupando paus nos filmes pornôs que via na adolescência. E me imaginava como uma delas diante de um garanhão de ébano. Quando ele se sentiu bem lubrificado, me colocou de bruços em sua cama. Mandou que eu abrisse bem minhas pernas e pude sentir sua respiração no meu cangote e seu pau duro, em riste, roçando em minhas nádegas. Senti sua cabeça sendo posicionada em meu buraquinho, ele tentou entrar e sentiu resistência.

– Apertadinha, hein - comentou.

Tentou mais uma vez e dei um gritinho.

– Tá machucando, você tá bem apertadinha. Não vai me dizer que é sua primeira vez?

Respondi que sim. Ele riu e disse que tinha tirado a sorte grande, ia descabaçar uma virgem. Disse que ia agir com calma e carinho, para que eu não me preocupasse. Saiu e voltou com um creme, que lambuzou meu rego, os dedos deles e seu pau. Brincou com os dedos, introduzindo-os um a um, fazendo-me gemer de prazer e rindo de como eu estava gostando daquilo. Dois dedos, viraram três, que viraram quatro e logo eu começava a me sentir preparado para o mastro negro.

Ele entrou devagarinho, eu suspirava e tentava acomodar ao máximo, doía e pensava em desistir, cheguei a tentar me levantar - ele se aproveitou e habilmente me colocou de quatro - aproveitou-se para deslizar com mais facilidade. A dor ia sendo substituída por prazer. Ele mandou eu agradecer por ele estar tirando minha virgindade e eu agradeci. Ele começou a me bombar e eu fui sendo cavalgado pelo meu barbeiro.

– Negão tesudo. Ju, você é demais. Continua, não para. - eu pedia.

Ele me deu um tapa na bunda e eu enlouqueci de tesão, rebolei, urrei e gemi como nunca antes. As mãos deles, grandes e calejadas, percorriam meu corpo e paravam para brincar com meus mamilos. Sentia seu saco batendo em minha bunda, ele aumentando a velocidade e sem aviso, um jato quente que me inundou. Ele gozou bem e jogou seu corpo sobre o meu. Dormimos assim e quando acordei, tomamos banho juntos, ele me fez fazer sexo oral mais uma vez e disse que gostaria da minha bundinha de novo, mas que para uma primeira vez, eu ainda devia estar dolorido. Pegou meu telefone e disse que me ligaria.

Fiquei esperando. O dia se passou e nada. Mais um dia e nenhum sinal. No terceiro dia, achei que não tinha sido bom, que não agradei ou que ele já tinha conseguido o que queria. No dia seguinte, achava que já se passara tempo demais e pensei em ir a galeria. À tarde, ele ligou para meu celular e disse que viria a minha casa. Pegou o endereço e eu voltei cedo do trabalho, para preparar um belo jantar. Ele chegou, jantamos e bebemos, ele cerveja e eu vinho. Antes de terminar, me mandou para o quarto e me colocou de quatro em minha cama.

– Hoje serviço completo - falou cheio de marra.

Puxou uma navalha e ficou passando em minha bunda, ao redor do meu saco e do meu pau. Cheguei a imaginar o que aconteceria, mas o tesão era tanto, e ele acariciando meu pau de vez em quando, que deixei acontecer sem dizer um Ah. Ele foi ao banheiro e voltou com creme de barbear. Encheu minha bunda de espuma e começou a me raspar. Meu pau pulsava a cada navalhada, tamanho era o tesão que sentia.

– Me faz gozar - pedi.

– Quando eu quiser - respondeu ele contrariado – Nunca mais me peça isso. Você está aqui para meu prazer, entendeu?

Concordei com um tímido sim. Ele me deixou bem lisinho.

– Gosta? - perguntou, enquanto eu passava a mão e via minha nova bunda.

– Sim, Juvenal.

– Então, paga. R$ 50 pelo serviço.

Eu ia reclamar, mas paguei.

– Trabalho de profissional.

Meteu um dedo e eu gemi, tentei rebolar.

– Tá no cio - falou sabendo a verdade.

Enfiou outro dedo e quando chegou a três, tirou.

– Até outro dia. Hoje vai ficar na vontade, por ter me pedido para te fazer gozar.

– Desculpa, desculpa, Juvenal. Você vai querer perder de experimentar minha bunda lisinha, como você preparou?

Sua resposta foi violenta. Me empurrou e se posicionou de forma que eu o chupasse. Segurou minha cabeça com força e controlou como eu o chupava. Assim que ficou duro, me enrabou sem dó. Eu gritei e ele só parou quando gozou. Desta vez, nada de banho, me fez dar outra chupada e então foi mais gentil, me comeu com carinho. Me fez gozar e gemer, suplicar e me encheu de beijos. Gozamos juntos e dormimos até tarde. Na manhã seguinte, preparei o café do meu homem e ele foi direto para o trabalho, mas antes deu uma rapidinha. Desde esse dia, Juvenal faz amor comigo quando quer e eu passei a admirar e ficar cheio de tesão por negros, ficando sempre à disposição deles para o que der e vier.

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