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#Conto020 - Minha mãe botou um cafuçu dentro de casa pra ser meu padrasto

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Depois que meus pais se separaram, minha mãe ficou um tempo sozinha, sem querer se relacionar com ninguém. Dizia estar cansada de relacionamentos com homens, me fazendo pensar até que era bissexual quando começou a sair muito com uma amiga pra vários pagodes, rodas de samba e outros bailinhos pela cidade. Eu tava curtindo o ensino médio, era mais caseiro que ela, mas entendia completamente sua sensação de liberdade após anos de traição por parte do meu pai. Gostava muito do meu coroa, mas ele só vacilou com minha mãe, por mais que eu a avisasse que as coisas pareciam erradas. Foi necessário que ela escutasse da própria amante que eles tinham o caso, aí sim a ficha caiu. Mas voltando à nossa história, depois de muito tempo bancando a trintona solteira, eu percebi que tinha algo diferente no comportamento dela.

- Passando perfume e batom pra quem, dona Maria?

- Pra roda de samba, Wesley! Tá maluco?

- Não tenta me enrolar, dona Maria!

Ela riu e ficou vermelha, entregando o jogo.

- Depois de tanto tempo, finalmente temos um campeão?

Cruzei os braços como se estivesse sério, mas comecei a rir da timidez. Minha mãe não sabia mentir. Talvez por isso tenha acreditado até o final que meu pai era inocente, por não estar habituada com a mentira, não saber reconhecê-la e nem reproduzi-la.

- Não é um campeão, campeão, sabe?

- Como assim, dona Maria? É uma campeã?

Voltei a rir.

- Não, garoto!

Ela riu junto.

- Ele é dono de uma oficina. - falava e enumerava na mão. - É moreno, deve ser coroa.

Pausa. A gente só sabia rir.

- O nome dele é Vinícius e a gente tá se vendo há umas semanas.

Fiquei feliz por ela, finalmente estava se abrindo às possibilidades da vida, algo que meu pai já fazia antes mesmo de se casarem e tudo mais.

- Não sei o que dizer, dona Maria.

Fiz cara de surpreso, mas logo sorri e abri os braços pra ela.

- Divirta-se, mãe!

Nos abraçamos e ela saiu, rumo à noitada. Nessa mesma madrugada, ainda estava acordado no meu quarto quando a ouvi chegar acompanhada. Era um tom de voz meio arrastado, como se fosse de embriaguez, porém firme e meio como se fosse falado de canto de boca. Achei curioso, mas não sai por nada pra não atrapalhar. Esse dia passou e virou semana, que virou mês e por aí vai.

Mesmo ouvindo bastante o que minha mãe dizia do tal Vinícius, ainda não havia aparecido a oportunidade de nos conhecermos. Ela trabalhava de segunda à sexta numa empresa, ele passava a semana na oficina e eu estudava pras provas. No final do ciclo lotado de todos nós, acabou que ela bolou de me apresentá-lo num jantar. Todos concordamos e, no dia marcado, entrei em casa e dei de cara com um maluco muito gostoso de pé na sala, mexendo na TV. Estava segurando um latão de cerveja, usava uma camiseta branca, boné e bermuda jeans, com chinelos de dedo nos pés. O cabelo cortado na máquina, cordão no pescoço, relógio no pulso e alguma tatuagem no braço. Um cheiro de perfume vagabundo pairava no ar e o cara não percebeu minha presença até eu fechar a porta. Virou-se.

- Opa!

- Oi, tudo bom?

Veio pra apertar minha mão e confesso que fiquei confuso, porque não esperava esse tipo de comportamento de um baita de um cafuçu, ainda mais sendo algum técnico em serviço, mexendo na TV. Nos cumprimentamos e minha mãe chegou.

- Filho, esse é o Vinícius.

Por dentro eu me despedacei, mas não deixei transparecer. Minha mãe tava namorando um macho daqueles e eu não podia acreditar. Não que ela não fosse capaz, mas o cara era um mavambo, desses com cara de cafajeste e cheiro de canalha. Não é possível que ela não ia perceber isso.

- Vinícius, esse é meu filho Wesley.

- Beleza, cara?

Ele ainda apertava minha mão de forma forte e só agora eu percebia o começo de uma barba no queixo e um bigodinho safado. Aquele puto não devia passar dos 35 e tava ali fazendo um papel de cara legal só pra comer minha mãe, no mínimo. Mesmo assim, eu não ia ser péssimo assim de cara.

- Tudo bem e você?

- Tranquilo.

Olhei pra cara dela, pra ver se ao menos percebia o linguajar de cafuçu, mas a boba só sabia sorrir pelo nosso cumprimento. Talvez fosse correr pior do que eu imaginava.

O jantar rolou sem quaisquer problemas e foi só aí que fiquei menos desconfiado do Vinícius, por mais que a cara de safado não me enganasse. Acontece que o cara explicou praticamente a vida toda pra gente, revelando ser gente boa ou um bom de um mentiroso. Fiquei com a premissa de que era maneiro e continuei ouvindo sua história. Ele morava sozinho e era dono de uma oficina de automóveis, sendo também o lanterneiro da mesma. Tinha técnico em eletrônica e entendia uma coisa ou outra de engenharia elétrica, talvez por isso mexia na TV quando cheguei. De uma forma ou de outra, mostrou-se um cara adulto e independente, que era o que minha mãe mais comentava a seu respeito. Parte das minhas preocupações como filho sumiram aí. Parte.

O tempo correu e o ano passou voando. Vinícius e minha mãe engataram um namoro de vários meses e eu já estava um pouco mais acostumado com sua presença, mas nunca sem esquecer a cara de malandro que era reforçada pela barbicha. Não sei se o mulato era mais gostoso ou mais pilantra pelo comportamento, mas talvez eu que ainda era meio implicante por dentro. O envolvimento deles chegou a um ponto em que minha mãe o convidou a vir morar na nossa casa, mas o safado recusou, contrariando minhas expectativas. Ao contrário, ele a chamou pra mudar-se pra lá, mas ela também não topou. Depois de muita conversa, Vinícius aceitou e pulou pra cá de vez, tornando-se membro da família e oficialmente meu padrasto. Não acreditei que fosse durar, mas continuei fazendo tudo na esportiva e sem dar muita atenção no começo da nova rotina. Isso durou até o dia em que acordei pra ir ao banheiro e dei de cara com o Vinícius saindo do quarto deles, minha mãe já tinha saído.

- Bom dia, garoto!

O puto tava só de samba canção, sem blusa, foi aí que pude ver algumas de suas outras tatuagens marcadas no corpo moreno escuro e devidamente torneado. Apesar da boa forma, a barriga curta de chope existia, mas não tirava em nada sua gostosura, isso era inegável. Segurava uma bermuda jeans meio surrada.

- Bom dia!

Respondi, mas ele não tava nem aí, começou a se despreguiçar e esticou todo o corpo, jogando os braços pra cima e revelando as axilas peludas. O meio do peitoral também tinha uma trilha de pelos que descia gostosamente e parava antes do umbigo, retornando logo após e entrando pelo short de dormir do Vinícius. Foi nesse momento que percebi a rola solta e absurdamente marcada no tecido, como se quisesse tomar um ar ou até mesmo me cumprimentar. Parei de manjar e só aí me dei conta que estava muito tempo ali o observando. O puto terminou de se esticar e me encarou, meio sonolento e com cara de poucos amigos.

- Deixa eu dar só um mijão?

Me olhando normal, segurou o caralho meia bomba na mão por cima da roupa e senti minhas pernas bambearem. Nesse exato momento, tive a ligeira impressão de ver um rápido sorrisinho de canto de boca na cara do filho da puta, mas nada aconteceu.

- Vai lá.

Ele entrou e fechou a porta, me deixando do lado de fora esperando. Alguns segundos depois, escutei o barulho do mijo caindo forte no vaso e comecei a ficar excitado só de imaginar a piroca pesada e farta do Vinícius despejando muita urina, que nem bicho, animal, com aquele tesão de matinal a que todo homem está suscetível. Passaram-se alguns minutos e o cafuçu saiu sem nem olhar pra mim, tomando seu rumo até a oficina. Entrei e tranquei a porta, dando de cara com a tábua do vaso mijada e a descarga cheia. Viado que eu era, sabia bem que aquilo era um tipo de sinal, mas a mente se perdia por causa do cheiro de macho que empesteava o banheiro. Toquei um punhetão antes de sair, imaginando o canalha do meu padrasto mijando tudo, com aquela cara de intolerância que havia visto.

Como sempre, o tempo ia passando e os contatos iam acontecendo sempre de forma suspeita, pelo menos pra mim. Quando interagia com meu padrasto, ficava com a sensação de que existia uma tensão sexual rolando no ar, mesmo que nunca culminasse num ato físico de sexo em si. Me perguntava se de repente ele não poderia ter outras mulheres pela rua, por conta dessas tensões, e decidi sondar minha mãe antes de saber de qualquer coisa. Não podia dar bobeira e aproveitei pra conversar quando estávamos sozinhos.

- Vinícius é gente boa, né dona Maria?

- Nem me fala, filho! Cada dia mais apaixonados.

Fiquei preocupado com a resposta. Não sabia se minha mãe era realmente tão boba ou se, mais uma vez, eu tava querendo ser o implicante. Não queria ser o filho que interrompe a felicidade dos pais, então fiquei na minha, mas ainda atento. Essa política de boa vizinhança durou até o dia em que cheguei em casa e dei de cara com um outro homem saindo.

- Você é o?

- Sandro!

O cara era do mesmo tipo que o Vinícius, só que um pouco mais barrigudo, não menos gostoso. Passou por mim rápido e saiu pela rua, sumindo em pouco tempo. Entrei e o puto do meu padrasto tava sentado no sofá, só de bermuda, todo aberto e jogado.

- Quem era esse cara?

Ele me olhou com a mesma cara de intolerância e respondeu desviando o olhar.

- Um primo.

Subi e percebi que minha mãe ainda não estava em casa. Além disso, no andar de cima, próximo ao banheiro, fedia à maconha. Estava preparado a dar um fim naquela farsa assim que ela chegasse. Tomei banho e desci em silêncio, agora me deparando com o Vinícius dormindo no sofá, com uma das pernas jogadas pra cima do encosto em plena luz do dia. As pernas peludas me deixaram com água na boca, pra não falar dos pezões de macho rústico que anda descalço por aí, procurando problema, agitação, movimento. Me controlei pra não perder a linha e alisá-lo ali mesmo, indo pro banheiro dar uma aliviada. Pra minha surpresa, encontrei a bermuda jeans que o safado usava pra ir à oficina. Tranquei a porta e não perdi tempo, sentindo a mistura gostosa dos cheiros de suor, graxa e mijo. Lambi a parte do jeans que ficava bem na virilha e sorvi o gosto salgado de macho trabalhador, que pega no batente, no serviço pesado, braçal. O típico néctar de cafuçu! Gozei como nunca, desisti dos planos e fui dormir.

Tinha certeza do cheiro de maconha que senti dentro de casa, mas ainda não podia provar, então deixei quieto por enquanto. A relação com o padrasto continuava rasa e sexual, até que Vinícius foi mudando outra vez comigo, como sempre sem deixar minha mãe perceber. Agora parecia mais abusado, até mais bruto ou arrogante, parecendo até ignorar minha presença dentro de casa. Várias vezes jogava os pés por cima da mesa enquanto enchia a cara no sofá da sala, me mandava pegar mais bebidas e fumava cigarros, hábito do qual nem eu e nem minha mãe sabíamos. Às vezes trocava de canal sem nem se importar, mudando pro futebol. Aí sim parecia que estava no trono, levantando só pra mijar no banheiro. A verdadeira surpresa apareceu quando comentei com ela sobre tudo isso, na intenção de o expor.

- Wesley, te contei que eu e Vinícius queremos casar?

Fiquei incrédulo. Não podia permitir que ela cometesse tal erro.

- Mãe, você nem conhece esse cara direito!

- Não precisa se preocupar com a mamãe, filho.

- É sério, dona Maria! Esse tal de Vinícius não é quem você pensa!

Ela riu da minha reação.

- Eu acho que você tá muito preocupado, filho.

Comecei a falar do tal Sandro que apareceu e foi aí que minha casa caiu.

- O Sandro é meu amigo, Wesley. Foi ele quem me apresentou ao Vinícius. Tá vendo como você tá muito preocupado?

Fiquei revoltado, mas me senti desarmado e sem saber o que fazer naquele momento. Esperei até que ela fosse trabalhar e outra vez fiquei sozinho com meu padrasto.

Acordei antes do almoço e encontrei Vinícius sentado no sofá da sala, já bebendo cerveja e vendo TV. Assim que me viu, fechou mais a cara e continuou mexendo nos dedos dos pés, com uma perna pra cima da poltrona. Comecei a falar, mantendo o tom de voz normal.

- Você e aquele cara fumaram maconha aqui ontem, né? Pode falar.

Ele esperou um pouco e me olhou, rindo em seguida e se despreguiçando. Só de short, a rola parecia sempre meia bomba, torta pro lado e toda marcada no tecido. O corpo todo esticado e rígido pelo esforço, os pelos do sovaco escapando e o sorrisinho de piranho no rosto. Não respondeu.

- É um sim, né? Minha mãe sabe disso?

Ainda me encarando de forma cômica, sem responder.

- Ela vai ficar sabendo.

Virei pra sair, aí ele falou.

- Tua mãe sabe que tu é viado?

Tornei a encará-lo, assustado com aquela pergunta.

- Cê tá maluco, Vinícius?

- Ela sabe?

Cruzou os braços, ainda me olhando.

- Porque eu sei, mas pode ficar entre nós.

Cerrei os pulsos com vontade de bater nele, mas entendi aquela chantagem. Como se não parasse por aí, o pilantra me mandou pegar mais cerveja. Fiquei muito puto e saí. Passei o dia na rua, aliviando a raiva que sentia do canalha do meu padrasto e do jogo podre que fazia comigo. De fato, minha mãe não sabia que eu era gay e eu preferia assim, porque meu pai já tinha sido um escroto na nossa vida nesse quesito. Esperei que ela chegasse àquela noite e a chamei pra conversar.

- Mãe, temos que ter uma conversa séria.

- Temos mesmo, Wesley.

Não entendi seu tom, mas antes de perguntar ela já foi falando.

- Vinícius falou que você implicou com o Sandro e depois mexeu nas coisas dele.

- Mãe, esse cara é maluco!

- Wesley, você mexeu nas coisas dele?

Não entendia como ele sabia que eu havia mexido na bermuda jeans.

- Claro que não!

- E disse ainda que você chamou ele de drogado, isso é verdade?

Não aguentei essa fofoca.

- Ele fumou maconha na nossa casa!

- Ah não, Wesley! Vai começar a implicância de novo?

O puto tinha preparado todo o terreno, até mesmo pro que eu fosse falar.

- Por que você tava mexendo nas roupas do Vinícius? Tava procurando o que?

Ah, se ela soubesse. Me senti saturado de toda aquela discussão, só peguei um casaco e saí pra espairecer a mente, sem responder mais nada. Dei várias voltas pela rua fria até sentir a calmaria tomar conta e escutar só o silêncio da noite ao redor. Voltei pra casa de madrugada, quando todos já dormiam.

Acordei de tarde e evitei sair do quarto. Minha mãe estava no trabalho, mas sabia que o malandro do Vinícius estava pela casa. Quando não aguentei mais, fui tomar banho e passei na cozinha pra comer. Como sempre, o safado tava todo largado no sofá, tomando cerveja e vendo TV, mexendo no pau na cara de pau. Ele me ouviu mexer na geladeira e virou pra me ver, mas nem deu atenção. Quando passei pra retornar ao quarto, me puxou de leve pela mão, como se eu fosse uma dessas menininhas que recebe cantada na rua.

- Psiu!

Olhei pra trás e o puto sorria. Cruzou as pernas por cima da mesa.

- Tá putinha comigo?

Amarrei a cara, cruzei os braços e voltei pro quarto. Atrás de mim, a porta mal fechou e logo abriu. O Vinícius entrou sorrateiro e a fechou rápido.

- O que você quer aqui?

Me afastei, mas ele ignorou e só veio na minha direção, segurando meu rosto entre as mãos enormes de cafuçu.

- Por que tu tá fugindo de mim?

- Cê é maluco, cara? Me solta!

Tentava me desvencilhar, mas sem sucesso.

- Para de cu doce, viado!

Ele só ria e isso me deixava menos tenso, de certa forma.

- Vai dizer que tu não tá doido pra tomar vara nessa bunda?

Pra nossa surpresa, o portão começou a fazer barulho e denunciou a chegada repentina da minha mãe. Ele riu ainda mais, apontou o dedo na minha cara e falou.

- Amanhã, assim que ela sair, eu como esse cu. Tu tá me escutando, seu viado?

Não respondi e levei um tapa de leve na cara.

- É pra responder quando eu mandar, cachorra!

- Sim!

- Assim que eu gosto.

Saiu do quarto e foi recebê-la. Fiquei por horas pensando em como diria tudo a ela, mas sabia que não acreditaria em nada que eu dissesse, visto que não acreditou antes. Neste mesmo dia, durante a janta, o puto do Vinícius fez questão de vir me chamar pra jantar com eles na mesa, como se fosse uma maneira de mostrar à minha mãe que se importava comigo.

- WESLEY!

Eles me chamavam, mas ignorei.

- Vou lá ver se ele precisa de alguma coisa, amor.

Escutei o puto dizer lá de baixo. Era um cínico de um pilantra mesmo. Bateu na porta do quarto pra disfarçar e entrou em seguida.

- Tu vai descer e vai comer lá em baixo, debaixo do meu nariz.

- Não! Tu é meu pai?

Ele virou pra mim e me segurou pelo queixo, falando diretamente no pé do meu ouvido.

- Repete o que tu falou que eu te faço engolir os dentes, viado!

A mão me apertou, mas não hesitei.

- Você. Não é. Meu pai.

Ele abriu a porta e gritou lá pra baixo.

- Já tô levando ele, amor!

- Tá, não demora! - minha mãe gritou lá de baixo.

O desgraçado fechou a porta em silêncio e trancou. Virou pra mim e esfregou as mãos como quem se prepara pra um banquete. Recuei pra trás, mas nem teve como, o puto parecia um leão pulando em cima de mim e me fazendo descer ao chão do quarto em menos de um segundo. Quando subi novamente, já foi pra engolir o caralho meia bomba e salgado que ele já foi enfiando à força na minha boca. Tapou junto meu nariz e atolou tudo no fundo da garganta sem dó. Comecei a sentir o ar faltar, mesmo que com a boca arreganhada, mas não conseguia respirar por conta dos dedos me sufocando propositalmente. Ameacei morder a rola e o safado foi ainda mais no fundo, controlando meu crânio como se nada fosse.

- Tá botando fé no meu papo não, viado?

Dizia baixinho, como se minha mãe pudesse escutar.

- Tá achando que não te enfio a piroca aqui agora?

Falava e me olhava de cima. Tentei negar com a cabeça, mas era muita rola pra dentro e as mãos na parte de trás me impediam de mexer pros lados, só pra frente. Cheguei ao ponto máximo da falta de ar e, por instantes, parecia que ia desmaiar. O filho da puta forçou o quadril ainda mais pra dentro, me fazendo tossir, e daí tirou tudo, me deixando cair meio torto de lado.

- Vai descer sem lavar essa boca. É pra descer com o cheiro da minha pica.

Botou a vara pra dentro, destrancou a porta e saiu. Por mais que tivesse me submetido aquilo, adorei o perigo da situação, por pior que parecesse e mesmo que fosse minha mãe. Estava certo desde o começo que meu padrasto nada valia, então não era culpa minha chegar ao ponto onde chegou. Só obedeci.

Desci um pouco depois dele e minha mãe veio me abraçar, como costumava fazer diariamente. Virei o rosto pro lado ao máximo que pude, pra que ela não sentisse o cheiro da piroca do macho dela na boca do próprio filho. Por trás de nós, o arrombado sentava à mesa rindo, alisando o caralho ainda meia bomba por cima da bermuda.

- Tá melhor, Wesley?

Sentamos à mesa.

- Sim.

- Tava passando mal, filho?

- Ele tava com uns problemas de homem, né garotão?

Parecia coisa de psicopata, mas eu tava muito excitado. Pra completar, o palhaço dizia aquilo e chegava pra frente pra alisar meu rosto, como se fizesse o papel de um bom padrasto pra algum garoto bobinho. A mais boba de todos, por sinal, era minha própria mãe, que via tudo aquilo na própria frente e sorria, talvez agradecendo que agora a família parecia conviver em paz. A ignorância pra ela era uma benção?

- Hmmm, problemas de homem?

Eles riram.

- Dei um remédio que ajudou, né Wesley?

O sorriso de malandro. Não é possível que dona Maria não visse que tinha um cafuçu me comendo na nossa própria mesa de jantar. O macho dela!

- Sim!

Entrei no jogo. Jantamos em pouco tempo e conversamos mais obscenidades disfarçadas, ocultas da minha mãe, que só sabia rir e brincar junto, do jeito dela. Quando acabamos, ela foi lavar a louça e o puto sentou no sofá. Passei pra ir pro quarto e levei um tapa na bunda.

- Senta aqui. - disse baixinho.

Sentei meio agachado e esperei a próxima ordem. Ele colocou o caralho meia bomba pra fora.

- Chupa.

- Aqui?

- Chupa!

Engoli outra vez, mas agora livre pra finalmente mamar à vontade, mesmo que naquela situação de risco. A pia era atrás de nós, um pouco afastada, mas se minha mãe viesse rápido ia nos pegar no flagra. Não me importei, só aproveitei pra ir enfiando a tora negra e cabeçuda na boca, sentindo o gosto salgado de macho e descendo até afundar o nariz em pentelho de cafuçu. Pura testosterona me inebriando, o safado gemendo baixinho acima de mim e ofegando mais e mais, agora afundando minha cabeça contra a púbis com as duas mãos novamente.

- Quer ver um filme, amor?

Levei um susto e parei, ele também, escondendo o pau. Apesar disso, minha mãe ainda não tinha virado. Aproveitei pra sair pro banheiro e o puto levantou no impulso. Conversaram mais alguma coisa e, quando saí, ela estava sentada no sofá e ele de pé atrás, massageando seus ombros. Com uma das mãos, ele me chamou sem ela desconfiar. Eu agachei por de trás do sofá, de onde não poderia ser visto, e fui em sua direção, entendendo o recado. Voltei a chupar o pau dele por cima do short, sentindo outra vez o gosto salgado que já era característico. Botei pra fora e tornei a engoli-lo de uma só vez, deixando o tarado na ponta do pé de tanto tesão, mas ainda tendo que disfarçar na massagem que fazia. Não era por menos, investia contra minha boca como se meu crânio fosse uma cintura e meus lábios um cuzinho, nem aí se ela fosse perceber sua afobação e agitação.

- Que delícia, amor!

Ouvi-la gemer por causa do estímulo que eu dava a ele era estranho, mas mesmo assim eu não desistia. Em menos de cinco minutos nessa brincadeira, o corpo dele travou todo e o puto tremeu, dando várias leitadas em mim. O foda é que era muito leite, o marmanjo era um leiteiro de primeira. Uma parte deu pra engolir, a outra foi no rosto mesmo.

- Ai, amor! Isso!

O tesão era tanto que ele devia apertar na massagem. Meti o pé dali em silêncio e fui tomar banho pra depois dormir.

Antes de pegar completamente no sono, cheguei a escutar alguns gemidos da minha mãe no quarto deles, o negócio devia estar pegando fogo. Cobri a cabeça com o travesseiro, lembrando de como odiava o Vinícius, mas adorava nossa nova safadeza e do quão cínico e ordinário aquele cafuçu era. Peguei no sono sem perceber, mas fui acordado no meio da noite por algo que pesava sobre mim. Não conseguia me livrar do travesseiro e sentia alguém me deixando nu.

- Comi tua mãe achando que o tesão ia descer, mas olha aqui.

Era a voz arrastada do Vinícius. Mostrou-me o caralho completamente enrijecido e envergado pra cima, tocando o umbigo, preto, bombeando sangue como se fosse um coração.

- Vou aguentar até de manhã não, tenho que comer esse cu agora.

Só empinei o corpo e acho que ele não esperou essa reação. Veio a primeira linguada quente e parecia que meu cu era arrastado pela beirada, de forma deliciosa. A barba do canalha ainda roçava nas minhas pregas, me deixando ainda mais louco naquela entrega. Completamente afoito pra foder, logo veio o primeiro dedo molhado pedindo passagem. Os músculos do cu repuxaram, mas me concentrei e relaxei pro segundo, que me fez contrair todo. O prazer de ter dois dedos daquele macho em mim era algo que não sei descrever aqui. O terceiro então, não tinha como permanecer ali e não deixar que me rasgasse com a piroca.

- Me come logo, filho da puta. - pedi.

Levei vários tapas na raba por causa do abuso, mas só fiquei ainda mais atiçado pra tomar piru e empinei ainda mais o quadril.

- Quem diria que eu ia comer mãe e filho, né?

- Canalha!

- Tu gosta de piroca, fala pra mim?

- Gosto, enfia no meu rabo!

- Assim, tu gosta?

Ele passou só a ponta da cabeça babada na porta do meu cu e tirou.

- Gosto, mas enfia ela toda!

- Assim?

Agora colocou a cabeça e empurrou um pouco, forçando minhas pregas contra o movimento normal de repulsa. Senti o couro queimar, mas relaxei e a piroca foi escorregando, inacabável.

- Primeira vez que eu vou comer um viadinho e é logo o enteado.

Aos poucos a vara entrou toda. Suava e tremia as pernas como se fosse morrer, mas era um esforço temporário e necessário.

- Tô todo dentro de você, Wesleyzinho.

Ele me enforcava pela nuca e nem deu tempo, só começou a bombar devagar e foi aumentando o ritmo. No começo o atrito das nossas peles parecia me queimar o cu, como se dilacerasse as pregas por completo, mas logo isso foi virando prazer, à medida que o cafuçu explorava mais fundo dentro de mim, comendo cada pedaço do meu cu.

- Apertadinho aqui dentro. Ninguém nunca te comeu, moleque?

- Só você, Vinícius!

- Nem teu pai?

Achei a pergunta engraçada e comecei a rir, mesmo tomando no cu naquele momento.

- Claro que não!

O safado também riu e desceu ao meu ouvido, mordendo minha orelha enquanto segurava meu quadril e só largava estocada no olho do meu cu. Já nem sabia mais o que sentir, só me entregava por completo, deixando fazer o que quisesse. A cama começou a ranger, mas ele não se importou.

- Tua mãe tem sono pesado, tem caô não.

Seu suor escorria e caia em cima do meu corpo quente, me deixando com seu cheiro, como se fosse propriedade sua. Às vezes ele se empolgava e perdia completamente o controle da própria cintura, investindo de vários jeitos possíveis ao mesmo tempo com a piroca enterrada no meu rabo, me dando várias tapas na bunda. Nessas horas, me enforcava por trás e suspendia meu corpo, me dominando.

- Agora eu vou querer comer esse cu todo dia, Wesley!

- Pode comer!

Sem trocar de posição, ficamos nessa putaria mais uns minutos até que ele gozou sem avisar dentro de mim. Outra vez presenciei a grande quantidade de leite que agora me inundava por baixo, ao ponto de vazar um pouco pela cama. O corpo do Vinícius travou todo em cima de mim depois que ele gozou e o puto caiu pro lado, peladão. Ficou uns minutos se recuperando e levantou.

- Té amanhã, viado.

No dia seguinte, após minha mãe sair, Vinícius voltou ao meu quarto antes mesmo de dar a primeira mijada do dia. Trouxe umas roupas da minha mãe e mandou que eu vestisse, o que obedeci. Por ter o corpo maior que o dela, as peças ficaram curtas, mas isso deixou a calcinha com uma boa visão em mim. Enquanto me vestia, o puto enrolou um baseado e acendeu no meu quarto mesmo. O vestido ficou na altura da cintura, deixando as polpas da bunda de fora.

- Dá uma voltinha pro pai.

Dei um giro lento e fui descendo devagar, pra subir as meias até a parte de cima das coxas.

- Faz isso virado de costas, viado.

Virei e abaixei novamente pra subir as meias, sentindo só um arzinho frio passar pelo cu, deixado pela alcinha da calcinha que era fina e o tampava de leve. Antes mesmo de levantar, já senti o dedo entrando no seco e se alojando dentro de mim, colocando a alça de lado.

- Sssssss!

Comecei a gemer, sentindo o dedo girando.

- Levanta aqui pra mim.

Comecei a levantar e lá veio a piroca no meio da olhota outra vez, dessa vez meio cuspida e já dura. A passagem foi dolorosa, mas o prazer veio mais rápido do que de madrugada, talvez por já ter dado antes e ter sido alargado. O piranho tinha enrolado a calcinha por trás da minha cintura e feito uma espécie de ganchinho que o dava controle sobre meu corpo, mas ainda assim não parecia suficiente. Nosso ritmo estava oscilando.

- Vem aqui.

Sem sair de mim, foi nos levando ao quarto de casal deles e nos jogou sobre a cama onde dormia todos os dias com minha mãe. Me pôs de quatro e tornou a foder, agora mantendo um ritmo gostoso sem descer.

- Agora sim, vem cá!

Enforcou-me pra trás e tornou a desferir vários tapas no meu rabo.

- Ssssssss, caralho!

- Empina esse rabo pra eu bater mais!

Só obedecia, e lá vinha mais lapada na bunda. Era uma delícia estar submisso. As estocadas logo viraram metidas de ódio, raiva, imposição. Em pouco tempo o cafuçu perdia o controle e se segurava nas minhas ancas, jogando mais leite pra dentro do meu interior.

- Se pudesse te engravidava, viado!

Em quase todas as transas ele fazia questão de gozar dentro, enfiando até mesmo após terminar, só pra ter certeza que despejou toda a porra lá, sem deixar nada de fora. Nas poucas vezes em que isso não acontecia, era porque eu tinha engolido pela boca ou porque estávamos em público e tivemos que disfarçar, interromper, etc. Às vezes levava na cara também.

Em poucos meses eu e Vinícius criamos um laço sexual extremo, que funcionava paralelo ao seu relacionamento com minha mãe. Além de meu padrasto, ele se tornou meu único macho, que me satisfazia de todas as formas possíveis. Nossa intimidade e prática sexual passaram a ser tantas que em vários momentos nos pegamos fazendo coisas eróticas em situações do dia a dia sem nem perceber. Fomos ao shopping comprar o presente do dia das mães pra dona Maria e acabamos entrando no provador pra foder, só porque o canalha ficou de pau duro vendo uma mina sem calcinha trocar de roupa. Às vezes, pelas manhãs, ia tomar banho e o puto já tava no banheiro, fingindo que se arrumava pro trabalho, quando na verdade queria era aproveitar o tesão do mijo matinal pra já dar a primeira leitada do dia na minha cara. Teve uma vez em que ele me ligou pra levar uma ferramenta que supostamente havia esquecido em casa lá na oficina, mas quando cheguei era tudo história e acabei dando lá mesmo, numa tarde tediosa. Saí imundo de graxa. No auge de nossas dominações e submissões, sugeri que ele e Sandro me comessem ao mesmo tempo, ideia que o primo aceitou, mas ele recusou.

- Tá maluco, tu é só meu viado.

Aprontei muito com meu padrasto.

Twitter do André Martins, autor desse conto: https://twitter.com/andmarvin_?lang=en

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