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#Conto010

#APutinhadaTurma #AumentandoaFama #Augusto #Marcos #Tripé #Dotado #Bareback #ContoErótico #kaka #Parte2/6


Continuando a história de como me tornei a putinha da minha turma, no conto de hoje vou contar como o desejo falou mais alto do que a razão. Só para relembrar, me chamo Augusto, atualmente moro em São Paulo, tenho 35 anos e sou casado. Hoje eu levo uma vida heterossexual normal, mas entre os meus 17 e 19 anos eu aprontei bastante. Na época que eu perdi a virgindade com o Bruno eu estava prestes a fazer 18 anos e depois disso passei a querer dar cada vez mais. O Bruno sempre que podia arranjava um jeito de me comer e foram várias as vezes que isso aconteceu, mas nesse conto vou contar como um outro amigo meu começou a me comer.

Marcos, três anos mais velho do que eu, loiro, forte e dono de um pau enorme, sendo que seu apelido era Tripé. Já havia admirado seu pau em algumas punhetas que nós batíamos juntos. Era noite, ele estava na minha casa, estávamos no meu quarto, conversando besteiras da vida. Não lembro sobre que assunto estávamos falando mas lembro que sentia uma enorme vontade de dar a bunda para ele, o problema é que minha mãe e meu pai estavam em casa, por isso seria impossível dar para ele. Só que o tesão era tão grande que pensei que poderia pelo menos tentar bater uma punheta para ele. 

Para mostrar as minhas intenções comecei a agir. Peguei uma revista pornô e me sentei ao seu lado, ficamos vendo a revista e eu procurava provoca-lo, fiquei várias vezes de 4 perto dele, sempre fingindo que ia fazer algo, quando ia pegar outras revistas, mas quando fui ligar o som, ele percebeu o que eu queria, tanto que quando eu fiquei de 4 novamente, sua mão já passeava na minha bunda, me acariciando. Sentei novamente ao lado dele e sorrindo maliciosamente, perguntei: Posso bater uma punheta para você?

Como ele sempre foi bem safado e gostava de tirar vantagem sempre que podia, tirou o pau para fora, me olhou e disse: – É todo seu. Então segurei o pau dele e novamente senti aquela sensação deliciosa que já havia sentido na primeira vez, mas não podia perder tempo, pois alguém poderia aparecer. Então eu comecei a bater uma deliciosa punheta para ele, e cada vez mais rápido para ele gozar logo. 

Só que ele se levantou e segurando seu caralho, pediu para que eu o chupasse, mas eu disse que era arriscado, pois alguém poderia chegar. Ele disse que seria rápido, mas que queria gozar na minha boca. Meu coração batia acelerado, mas resolvi obedecer. Me ajoelhei aos seus pés e abocanhei aquele pau delicioso e enorme. Era uma delícia, o pau dele era grande, mal cabia na minha boca, mas mesmo assim eu chupava de todas as maneiras, sempre seguindo suas orientações. Ele me mandava passar a língua e sugar a cabeça, me mandava engolir o pau e sugar como se fosse um picolé. Lambia o pau dele inteiro, lambia as bolas do saco e subia lambendo até a cabeça, então passei a chupar o pau dele rapidamente pois queria fazer ele gozar logo. 

Ele não se mexia, apenas me olhava e me xingava de viado, dizia que eu era uma putinha e que sabia que eu gostava de pau. Eu chupava aquele cacete esfomeadamente, acelerava cada vez mais, até que ele disse que ia me dar leitinho. Não tive tempo de tirar o pau dele da boca, senti sua porra inundando a minha boca, quase engasguei, era muita, mas ele me fez engolir tudo, segurou a minha cabeça e me fodia a boca, dizendo que eu tinha que engolir tudo, foi o que eu fiz, engoli tudo e também limpei todo o pau dele com a boca. 

Guardamos as revistas e fomos para o quintal, pois ele já estava indo embora, mas ele ficava me agarrando por trás, dizendo que amanhã ele viria para comer meu cu. Eu sabia que ele viria, pois, meus pais trabalhavam e eu ficava sozinho em casa na parte da tarde. Naquela noite eu ainda sentia muita vontade de dar o rabo, então bati minha punheta, imaginando o pau enorme do Marcos dentro do meu cu.

No dia seguinte, acordei meio arrependido do que havia feito, medo do que poderia acontecer, dele contar para mais alguém, pois ele sempre gostava de se gabar para os outros. Lembrei das vezes que dei a bunda para o Bruno, sabendo que nele eu podia confiar, mas e agora, e se o Marcos contasse para alguém? Encontrei com o Marcos na escola e na hora do recreio ele tentou passar a mão na minha bunda, mas eu o repreendi, dizendo que ali não era lugar. Ele pediu desculpas, mas disse que de tarde iria me comer. 

Quando voltei da escola, minha mãe já estava de saída, ela sempre almoçava em casa e só depois ia trabalhar. Ela me disse que o almoço estava pronto, que era para eu comer e depois lavar a louça. Almocei pensando no que tinha acontecido e quando estava lavando a louça, a campainha tocou, era ele. Tremi. Sabia o que ele queria e comecei a sentir novamente a vontade de dar para ele. 

Ele entrou, eu disse que estava lavando a louça, ele mandou eu continuar, pois queria ver a sua "putinha" lavando a louça. Enquanto eu lavava a louça, ele me encoxava, passava a mão na minha bunda, então ele tirou meu short, me deixando pelado. Tirou o pau para fora e começou a passar na minha bunda. Ordenou que eu ficasse de 4, me apoiei na pia e abri as minhas pernas. Ele abriu a geladeira, pegou a manteiga e passou no meu cuzinho, lubrificando meu rabo com seus dedos experientes. Eu já gemia de tesão, então, sem perder tempo ele colocou a cabeça do pau na entrada do meu cu, e foi enfiando, enfiava bem devagar, sentia seu pau invadindo e me rasgando inteiro, dei alguns gritinhos, ele mandou eu me calar, e ali, na cozinha da minha casa, apoiado na pia, ele me fudeu. 

Seu pau era bem grande, não entrava tudo, mas ele me comia alucinadamente, e eu já estava adorando. Ele dizia que os viadinhos como eu tem que levar na rola na bunda e não reclamar. Num vai e vem bem ritmado, me xingando de tudo quanto era palavrão, ele também perguntava se eu estava gostando, e eu, dizia para ele estava adorando, para ele não parar, pois eu queria o pau inteiro no meu cu. Ele acelerava cada vez mais, dava tapas na minha bunda, tirava todo o pau, cuspia no meu cu, batia com a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho, e voltava a enfiar e me comer.

O jeito que ele me comia era sensacional. Ele sabia mesmo comer um cu. Ele sabia foder deliciosamente. Me chamava de putinha e eu retribuía dizendo que adorava dar meu cu para ele. Ele me fodia como um louco, até que, disse que tava gozando e pude sentir ele encher o meu cu de porra, mesmo assim ele bombava no meu cuzinho, sentia o pau dele entrando e saindo do meu cuzinho todo melecado, que sensação gostosa, me realizei.

Então ele tirou o pau do meu cu, mandou eu ajoelhar e chupar, ajoelhei e fiz o que meu macho mandou, coloquei na minha boca aquele pau todo melado e comecei a chupar, passava ele no meu rosto, batia ele na minha cara, parecia uma puta realizada. Adorava sentir aquele caralho pulsando em minhas mãos e na minha boca e adorei muito sentir ele dentro do meu cuzinho. Aquele dia ele passou a tarde toda me comendo.

No próximo conto, vocês vão tomar conhecimento de outro amigo, que graças ao filho da puta do Marcos, também me fez sentar no seu joystick, vocês vão entender.

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