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#Conto002

#OSogroAlpha #Parte1/2 #Bareback #ContoErótico #tony333


Estava com 26 anos quando decidi que iria morar junto com a minha atual esposa. Na época não tinha condições financeiras para casar, aliais nos juntarmos de vez era a solução para economizar e poder então casar. Embora jovem já estava formado e dando os primeiros passos na carreira de engenheiro, mas a grana estava muito curta. Eu sempre me achei um homem bonito, com 1,78, 76kg, branco, cabelos castanhos e os olhos da mesma cor (claro). Sempre achei minha mulher areia demais para o meu caminhão, mas estava apaixonado. Sim posso dizer que sou bi. Convivo bem, desde aquela época até hoje com minha esposa, mas volta e meia bate aquele tesão em um macho e embora bem esporádico, apenas para satisfazer o tesão. Mas o que aconteceu naquela noite nem nas minhas maiores fantasias imaginei acontecer.

Alguns poucos dias depois de mudar, minha esposa precisou viajar para visitar a mãe para resolver um problema familiar. Fiquei sozinho no novo apartamento por dois dias, faltando ainda mais dois dias para ela voltar vem a surpresa, sem aviso, meu sogro aparece no apartamento. Ao abrir a porta veio o susto, não sabia se ele já tinha ciência que eu estava morando lá.

Sim, eu já conhecia Sr. Arnaldo. Coroa novo, a minha mulher era a filha mais velha dele, e o cara começou cedo, ele na época tinha 45 anos e tinha 4 filhas, a filha que eu estava tinha 25. Então era bem jovem, mas ele meio que me assustava. Era um homem largo, não era sarado, mas o corpão em forma, barriga chapada, sem ser traçada, alto, já ficando grisalho, com cabelo na máquina 2, um rosto forte, fechado, marrento, braço largo, jeito meio bruto e sempre muito severo. Ela respeitava muito o pai e eu mais ainda. O cara era policial civil. E mesmo nunca tendo casado com a minha sogra, sempre teve uma relação próxima com a filha.

Ele chegou com uma mochila nas costas e já foi entrando. Perguntou pela filha, disse que estava viajando e ele confessou que entendeu mal e achava que ela já teria voltado, mas que estava tudo bem, ele esperaria por ela, só voltaria para a cidade dele na segunda e ainda era sexta a noite. Para minha sorte a minha presença lá não foi surpresa, como disse a filha o respeitava muito e já tinha contado a ele. Sr. Arnaldo estava bem a vontade mesmo, a casa agia como se a casa fosse dele, conversou muito pouco comigo até que perguntou aonde estava a cerveja, disse que não tinha já pegando a carteira, o celular e as chaves e dizendo que estava indo buscar, só ouvi a resposta dele: TRAGA GELADA!

Tentei ligar para minha mulher e só dava caixa, só voltando para casa que ela me ligou. Obviamente Sr. Arnaldo foi mais rápido e ligou para ela e já deu o boletim. Ela me pediu para ficar tranquilo, tratar ele bem, que eram só dois dias que eu ia sobreviver. Quando cheguei em casa com as cervejas o coroa já estava sem camisa, só com um short tipo pijama e a única coisa que pensei foi: Puta merda! Que cara tesão! Mas logo me recuperei e fui guardar a cerveja e servir uma para ele que estava sentado mudando os canais da televisão. Servi um copo para ele e decidir deixar ele ali e ir para o quanto quando ele me chamou, me mandou botar um copo para sentar e conversar com ele. Claro que obedeci, até porque tudo que ele falava tinha tom de ordem.

Foi uma conversa longa e tediosa onde só ele falava e eu respondia o mais objetivamente possível para ele tentando não irritá-lo de alguma maneira e estava conseguindo o meu objetivo. E aos poucos o assunto se tornou nossa relação, quais nossos planos, quando iriamos casar, e assim foi indo e indo, até que chegou no ponto:

– E na foda? Como estão as coisas?

Eu engasguei com a cerveja na hora e só consegui fazer uma cara de espanto e ele continuou:

– Sim, e aí? Tá comendo ela direito? Porque se ela puxou ao pai como acho que puxou, ela gosta de fuder. E você precisa comparecer e fazer direito? Tá fazendo direito?

Fiquei total e completamente desconcertado! Não sabia como responder, comecei a gaguejar e tentar falar de maneira subjetiva, mas não era o estilo dele, ele me corou logo:

– Cara, fala direito! Se é difícil falar então porque você anda fazendo errado, deixa eu ver essa sua pica aí como é.

Eu fiz outra cara de espanto perguntado: Como?

Ele impaciente se levantou falando: – Porra cara, mostra essa pica aí, qual o problema? Tem medo de mostrar a rola?

E em seguida baixou a bermuda, que caiu completamente no chão, ele estava sem cueca e pica mole dele ficou exposta, ele pegou ela e sacudiu dizendo: – Assim! Qual a dificuldade de fazer isso?

E em seguida se sentou sem levantar a bermuda, largou ela lá no chão e se sentou no sofá, eu fiquei encurralado e me posicionei no sofá e pus desconsertadamente o pau para fora. Ele olhou e fez uma cara de “nhê” falando: – É bem que mulher diz que não liga para pau pequeno. Mas diz ai tá usando direito?

Mais uma vez o desconcerto tomou conta de mim, e ele mais uma vez impaciente se levantou arfando e passou direto por mim indo em direção a cozinha resmungando que era difícil conversar comigo. Mesmo naquela situação ao ver ele passando para a cozinha tive que admirar, como falei ele não era sarado, mas o corpo era incrível e ele andando nuzão com o pau balançando foi incrível. Respirei fundo, tentei me acalmar, tomei um gole grande que acabou com o copo de cerveja quando ele voltou com outra garrafa de cerveja, parou em frente a mim enchendo meu copo e enchendo o dele.

Ele ficou parado em minha frente. O pau dele estava em close perto da minha cara enquanto enchia o próprio copo dizendo: – Tem problema não, meu dever como pai é cuidar da felicidade dela, e vou fazer isso. Vou te ensinar como comer ela do jeito certo.

Terminada a frase, deu um gole no copo, pôs sobre a mesa de canto que estava ao novo lado do sofá e em seguida segurou meu cabelo com uma mão puxando minha cabeça para trás, me olhando nos olhos disse: – Primeira coisa, você tem que botar ela para chupar sua caceta. Toda mulher gosta de mamar numa caceta de macho, como a gente não tem uma mulher aqui para eu te mostrar, você vai fazer o papel da mulher e vai aprender como tem que fazer me vendo fazer.

E assim que terminou de falar, sem me dar tempo para dizer nada, segurou o pau com a outra mão e enfiou ela mole, com tudo, numa brutalidade só na minha boca e continuou: – Meta sempre assim, a pica mole na boca dela, para ela ir sentindo a pica crescer dentro e você vai metendo assim (e começou a bombar de leve o pau mole na minha boca) fazendo suas bolas bater sempre no queixo dela assim (e sentia as bolas dele batendo no meu queixo literalmente).

Foi isso aí mesmo, o meu sogro começou a fuder minha boca me dando boladas no queixo. Eu não tive reação nenhuma, apenas recebia a pica dele que começava a crescer dentro da minha boca.

– Aí, repare, a vara tá crescendo e você vai metendo, mas agora assim!

Daí ele arrancou o pau com tudo da minha boca.

– Não é para machucar a garganta dela, mas bem que como seu pau é pequeno acho que isso não vai ser problema, quando eu voltar a enfiar na sua boca vai doer sua garganta porque diferente de você eu sou roludo, então eu vou machucar sua garganta, mas você não machuca a dela, entendeu?

Eu só respondi que sim balançando a cabeça. E ele então continuou: – Beleza, como eu dizia…

E mais uma vez enterrou a pica que agora estava meia bomba de novo na minha boca e começou a fuder minha boca enquanto o pau continuava a crescer. E sempre falando e dizendo como eu deveria fazer com a boca dela. Até que a trolha ficou tão enorme e pesada que não cabia mais toda na minha boca, mas ele forçava a entrada rasgando minha garganta, porque ele dizia que era importante que as bolas não parassem de bater no queixo. Até que mais uma vez ele tirou tudo da minha boca e observou o volume no meu short.

– Pronto você tá de pau duro, deixa eu ver essa rola.

E ele mesmo arriou meu short e o pau pulou para fora.

– É, foda pau pequeno mesmo!

Se agachou e pôs o pau dele do lado do meu: – Olha a diferença! Quase metade do tamanho do meu. Você vai ter que fuder muito direito para poder satisfazer ela. Mas continuando…

E mais pica na minha boca: – Você pode fuder a boca dela sem medo assim como vou fazer porque essa rolinha não vai machucar não.

E o coroa começou a maltratar a minha boca. Ele era impiedoso nas estocadas na minha garganta. Soco por uns minutos. Eu engasgava, tentava segurar a cintura dele, mas ele não parava, comecei a lacrimejar, sentia que ia vomitar, e mais rola entrava sem parar, até que do nada ele tirou tudo da minha boca, encheu novamente o copo e se esparramou no sofá.

– Claro que depois dessa abertura você tem que deixar ela se divertir um pouco na sua pica. Vem, se divirta aqui na rola.

Enxuguei os olhos e fui meio que me rastejando, me ajoelhei e comecei a chupar o pau dele.

– Isso, agora é a hora dela se divertir, deixa ela mamar a vontade, como ela quiser, o tempo que ela quiser. Ai nesse tempo você toma sua cerva, fuma um cigarro, deixa ela aí só com sua pica.

E foi o que o escroto fez, se virou, acendeu um cigarro, pegou o copo de cerva e ficou lá esparramado no sofá, enquanto eu completamente entregue, mamava na vara feito um bezerro sedento. Quando o celular dele toca. Minha mulher! Ele calmamente atende e começa a conversar com ela me fazendo sinal para continuar. Conversaram e percebi que ela falava para ele pegar leve comigo e ele ironicamente respondia que ia tentar, que estava aproveitando para me ensinar umas coisas. Ela deve ter pedido para falar comigo e ele disse que eu estava ocupado, mas que dava o recado que ela ligou e não satisfeito ainda conversou com minha sogra e tudo isso, tomando cerveja, fumando e comigo atracado na pica dele. Aquilo estava me dando um tesão absurdo! Até que enfim ele desligou sorrindo um pouco, me olhou e falou: – Viu como faz? Tem que deixar ela se divertir na rola, só não vai me dizer que você além de pau pequeno é do tipo que goza em 5 minutos.

Não respondi, apenas continuei mamando, mas uns minutos quando ele tirou a pica da minha boca e bateu com ela na minha cara: – Pega outra cerveja.

Fui e quando voltei ele já estava em pé e pôs o copo para eu encher: – Vamos, está na hora da segunda parte. Fuder.

Me segurou pelo braço e pensei que ia me levar para o quarto, mas me levou para o banheiro, entrou, me tirou a camisa e mandou tirar a bermuda, o que claro obedeci, me puxou para dentro do box e ligou a água: – Aqui no banheiro você vai beijar e se esfregar nela, coisa que não vou fazer com você porque não sou viado. E aí quando estiver gostoso…

Então ele pegou o sabão e passou no pau todo.

– Você segura ela e cola na parede.

Ele me virou de costa e me colou na parede de maneira bruta.

– Mas sem virar ela porque você vai meter na buceta.

Então senti o pau dele pincelar a porta do meu cu.

– E no momento certo você faz assim.

O animal encaixou a cabeça daquela marreta no meio do meu cu e cravou sem NENHUMA piedade. Isso aí, uns 19 ou 20 cm de tora grossa, pesada e dura, me entubou! Eu não aguentei e comecei a urrar. Mas a mão dele veio na minha boca abafando meu urro.

– Calma, nela não vai doer assim porque você é pau miúdo e a buceta recebe melhor.

No meu desespero comecei a pedir para ele tirar e tentava escapar da trolha que estava alojada dentro de mim, mas sem sucesso, o cara encaixou do jeito certo, me travou na parede, literalmente me encurralou.

A partir desse momento ele não falou mais nada ficou mudo, apenas me mantendo preso na posição e a anaconda cravada em minhas entranhas.

Quando comecei a me acalmar, ele começou a folgar e senti ele se posicionar atrás de mim, bateu um desespero. Logo entendi, ele estava se posicionando para começar a me fuder. Então implorei: – Cara por favor, me dá uma....

Antes de eu terminar, ele começou a fuder. Minhas vistas chegaram a escurecer! A dor era próxima ao insuportável, olhei para o chão e vi o sangue e aí entendi. Ele não estava ali para me ensinar porra nenhuma. Ele queria era me maltratar. Ele não gostava da ideia de eu estar com a filha dele e o desejo dele era me castigar por isso. E ele percebeu que entendi o que aconteceu. Então ele cravou fundo novamente a tora em mim, e colou nas minhas costas dizendo: – É isso viado! Vou acabar com qualquer masculinidade que exista em você hoje! Vou fazer você tão de puta, vou te deixar tão arregaçado, tão cheio de rola, que você vai ter vergonha de se achar homem e vai embora dessa casa e nunca mais procurar minha filha, só outros machos como eu para te socar rola!

Tinha ódio na voz dele. Ele me tirou do banheiro, me arrastou para o corredor e tudo isso com a vara cravada no meu reto. Me empurrou me deixando de quatro no chão enquanto mais uma vez ele se posicionava, montando em mim e logo percebi que vinha uma senhora marretada de rola no meu cu. E foi exatamente o que aconteceu. O Sr. Arnaldo tinha uma rola metralhadora de rabo. O bicho metia com tanta força e tão fundo, que estava sentindo enjoo. Mas nesse momento, para minha sorte, ele finalmente me desentubou, passou para minha frente, me puxou pelo cabelo apontando a minha cara para pica dele enquanto ele punhetava e deu aquelas jatadas de gala na minha cara. Gozou berrando e gemendo muito enquanto lavava meu rosto de leite da pica dele. Quando terminaram os jatos, empurrou a pica na minha boca e mais uma vez com tom irritado falou: – Eu vou acabar com você seu fila da puta!

E começou a fuder minha boca! Sentia a rola dele no meu estomago. O gosto de pica, de gala, de suor e a invasão de pica na minha garganta. Eu achei que ele estava ensandecido. Xingava, me dava tapa na cara, mandava lavar a pica dele com minhas lagrimas. O cara estava me destruindo com a pica dele, no meio do corredor do meu apartamento. Quando ele cansou dali ele me pegou pelo cabelo e me puxou para o meio da sala me jogando no chão. Então se deitou sobre mim, metendo novamente no meu rabo. O coroa não parava de meter e de me dar tapas e de me xingar até que me levantou, me colocou de quatro e mais piroca para dentro. Eu já estava de cu estourado. Me sentindo todo arregaçado e dei graças aos céus quando ele tirou, se ajoelhou na minha frente e gritou: ABRE A BOCA e deu jatadas de gala dentro da minha boca novamente gritando xingamentos a mil. Os jatos de gala direto na minha língua. Ao terminar deu a ordem: ENGOLE!

Claro que obedeci, engoli a gala toda. Daí ele levantou e saiu e em e recostei, ainda no chão no sofá. Eu estava acabado. O Sr. Arnaldo tinha acabado comigo. Ainda tinha gala dele da primeira gozada, no meu peito, rosto e cabelo. Reuni alguma força e fui para o banheiro do meu quarto lavar o rosto.

Enquanto lavava o rosto, ele apareceu por trás de mim e me puxou pelo cabelo me arrastando de novo para sala. Eu era mais novo que ele, mas o coroa parecia um trator de tão forte. Ele me dominava completamente. Uma vez na sala, ele se sentou no sofá e largou meu cabelo: MAMA!

Eu ainda tentei fala, mas ele se levantou, me puxou pelo cabelo, voltou a se sentar puxando minha cabeça em direção a rola dele:

– Vai! Mama! Deixa dura! Essa rola vai te estourar hoje!

Eu não sabia o que fazer, ele estava muito irritado, e mesmo que eu não quisesse obedecer, ele me botaria para chupar a força, então resolvi cooperar, e comecei a chupar. E o diabo da rola voltou a ficar dura. E agora parecia ainda maior e mais grossa. Daí ele bateu com ela na minha cara: – Vá pegar outra cerveja!

Claro que obedeci e quando voltei com a garrafa ele não botou no copo, tomou no gargalo mesmo, se ajeitou no meio do sofá, segurou a pica com a outra mão, botando ela apontada para cima.

– Sua chance de salvar seu cu. Senta nessa rola e pula até me fazer gozar. Se me fizer gozar, perdoo seu rabo e paro de te fuder.

Porra, a àquela altura da minha vida eu sabia sentar numa pica, pensei estou de cu arrombado, mas faço esse cara gozar e acabo com essa marra dele, então me virei e encaixei a tora no reto. Quando terminei de sentar e entubar ela toda ele continua: – Agora se não conseguir me fazer gozar…

Eu me virei para ele e perguntei: – O que acontece se não conseguir?

Ele com um sorriso irônico respondeu: – Eu vou aleijar você de tanto socar rola fundo no seu rabo!

Eu respondi: – Como assim?

Ele ainda com o sorriso: – Assim mesmo, vou meter até você não conseguir mais andar!

Eu espantado: – E quanto tempo eu tenho para te fazer gozar?

Ele cruzou os braços atrás da cabeça, sorriu de canto de boca e disse: – O tempo que você quiser. Pode pular pelo tempo e do jeito que quiser, não vou fazer nada, apenas ficar aqui com a cerveja, sentado, parado de rola dura e só quando você virar e dizer Seu Armando não aguento mais pular na sua pica, aí sim, eu vou destruir você na pica até te aleijar.

Eu engoli seco. Não era possível que aquele coroa tivesse uma potência de rola tão absurda, aceitei o desafio e comecei a cavalgar naquela pica quando só ouvi ele resmungar: Isso é perca de tempo, seu aleijamento é certo!

E o filha da mãe estava certo. O cara não gozava. Não importa o quanto eu quicasse naquela vara. Rebolei, rodei, fiz de tudo, mas nada fazia ele gozar. Minhas pernas ardiam, meu cu estava no limite. Mas eu não conseguia fazer ele gozar. Quando me virei para ele, eu completamente banhado de suor, só vi ele de braços cruzados atrás da cabeça com aquele sorriso irônico: – E aí? Tá pronto para ser aleijado?

Eu tive que perguntar: – Você pelo menos tá perto de gozar?

Ele riu e respondeu: – Para estar perto eu precisaria pelo menos já ter chegado no estar longe e o longe de gozar ainda tá tão longe que nem sei como explicar!

Mais uma vez engoli seco, tentei quicar e rebolar mais um pouco e desisti e falei a frase: – Sr. Arnaldo, eu não consigo fazer você gozar;

Ele tirou o sorriso da cara, fez uma cara de ódio e respondeu: – Agora eu vou acabar com você seu merda! Merda! Seu merda! Nem para fazer uma pica gozar você presta! Por isso que você tem que ser socado de rola até ser arregaçado!

Nisso o monstro se levanta sem tirar a tora de dentro de mim, me vira no sofá e eu que achei que tinha levado muita rola até aquele momento vi o significado de tomar no cu. Agora sim ele estava realmente ensandecido! Era pistolada funda e severa no rabo, sendo alternadas com metralhadas na boca, puta merda! O cara era uma máquina de fuder viado! Eu não sabia que era possível um cara socar tanta rola em sequência. Eu já estava destruído a tempos, mas não tive trégua. Nem sei quanto tempo passei levando no cu e na boca em sequência. Até que mais uma vez ele gozou. De novo na minha boca, e assim que ele tirou o mastro da minha goela, desfaleci no chão e invoquei o ator que existe em mim e chorei.

– Senhor Arnaldo, por favor, não me come mais, não aguento mais levar pica, eu vou embora! Assim que me recuperar pego minhas coisas, e saio e nunca mais procuro sua filha, mas eu imploro, por favor pare de me fuder!!!

Ele em pé, ainda de rola vazando gala, me olhou de cima para baixo, pegou a rola ainda dura e deu dois tapas contra a própria mão com ele e disse seco: – Levanta! Fica de pé!

Eu abaixei a cabeça dizendo: – Não consigo!

Ele em tom irritado: – Bora rapaz! Fica em pé!

Eu mais uma vez em tom choroso: – Não tem como! Não consigo!

Ele em tom mais irritado: – Então vou ter que socar no seu cu e botar você em pé com minha pica!

Eu olhei para ele: – Por favor! Não mete mais em mim! Eu imploro.

E voltei a chorar.

Ai sim, finalmente ele se acalmou: – Calma, calma, chega do choro, já entendi, te arregacei por completo, então tá ok, vou te ajudar.

E por mais incrível que possa parecer, aquele animal finalmente ficou manso e me pegou do chão, no colo e me levou nos braços dele até o quarto. Me deitou na cama falando: – Calma, não precisa mais de choro. Você não precisa ir embora. Está tudo certo.

Se deitou por trás de mim, ajeitou a pica dele no meio do meu rabo e meteu novamente. Eu gemi e quando ia reclamar ele se adiantou: – Relaxe, é só para aninhar a rola do seu macho, não vou socar mais não. Agora relaxe e descanse. Acabou que descansei mesmo e como estava acabado, peguei no sono.

Acordei pela manhã e ele estava deitado no meu lado, já desengatado, dormindo de barriga para cima. Roncava pesado. Me levantei todo dolorido e fui ao banheiro. Estava cheio de hematomas e só pensei em como ia explicar isso para minha mulher. Entrei no chuveiro e tomei um banho quente. Enquanto estava de olhos fechados, relaxando na agua, a porta do box abre e ele entra comigo. Fiquei mudo olhando para ele quando ouvi: – Que bom que conseguiu ficar em pé.

Só respondi: – A muito custo!

Ele riu safado, abriu os braços dizendo: – Vai, banha seu macho!

Não sei porque, pois naquele momento estava sentindo um misto de raiva e tesão, mas obedeci ele. Lavei ele todo, até o pau.

Enquanto fazia isso ele revelou: – Relaxa, seus cunhados passaram pelo mesmo tratamento. Você não foi o primeiro.

Olhei espantado para ele e ele continuou: – Quando a relação fica seria com uma das minhas filhas providencio a garantia de que o esposo vai cuidar direito e que vai ser para sempre, então transformo eles em minhas putas. E você é a minha mais nova puta. Toda vez que você sentir vontade de rola ou eu quiser te fuder a gente se comunica, só moro a 100km daqui e providenciamos outra surra de pica igual a de hoje.

Eu olhava não acreditando nele e ele deu prosseguimento: – Mas claro hoje teve a estreia de você como minha vadia, mas ainda falta a apresentação a família, vamos marcar para você e seus cunhados me renderem homenagens

Eu perguntei: – Como assim?

Ele prontamente respondeu: – Os quatro precisam servir a minha rola juntos. E tem que ser logo porque já que vocês já estão morando juntos para oficializar a família precisam os 4 se reunirem para serem varados pela minha rola e compartilharem minha gala, só assim virarão família, afinal minhas filhas vieram da minha gala.

Eu incrédulo: – Você come todos os seus genros?

Ele: – Claro! E com frequência! Para deixar claro quem é o macho alpha dessa família! O que dá as ordens e cria as leis! E no mínimo uma vez por ano junto todos para mostrar porque eu sou o alpha! Você vai se acostumar.

Saímos do banho e formos comer. Mas ainda levei pica mais 4 vezes nesse dia. Na mesma brutalidade. Acabei de cu esfolado pelo meu sogro, aliais, ele só vestiu roupa de novo quando estava perto de minha mulher chegar.

Fizemos 20 anos de casados, sim casamos um tempo depois, e por mais incrível que possa parecer, até hoje meu sogro, com 69 anos ainda me come. E come na severidade, aliais, a mim só não, a mim e aos meus cunhados. Não sei se é esse o segredo da vitalidade e da longevidade dos nossos casamentos. Apenas sei que pelo menos uma vez do ano, o fila da puta do coroa ainda junta os 4 para render homenagens a rola dele. E nesse dia do ano, o cara mostra o porque ele é o macho alpha da família.

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