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#Conto001

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Sou moreno claro, discreto, também curto mulheres, o que faz com que meu desejo por homens machos passe quase que despercebido. Tenho 1,78 de altura, 75 quilos, olhos verdes e cabelos pretos curtos. Meu dote de 18cm tem um calibre grosso e faz alegria de muito putão por aí.

No final de 2011 eu já me relacionava discretamente com um jovem de 18 anos a algum tempo, apenas os mais íntimos sabiam que tínhamos uma relação, a qual podemos chamar de namoro. Ele passivo safado nunca negou fogo e mesmo que sentisse dor era só eu acenar que ele vinha como cadela no cio pronto para ter o rabo torado, aliás que rabo era aquele, apertadinho, engolia minha pica piscando.

Naquele ano Luizinho, meu namorado (nome fictício) se formava no colégio, e mesmo na tentativa de mantermos as aparências convidou-me para ir a formatura, eu de pronto aceitei, mas não tinha noção do que aconteceria aquela noite.

Como eu trabalhava no expediente noturno da empresa e só pararia por volta das 00 horas, não pude ir a formatura, mas encerrado o expediente peguei o moto táxi e me dirigi para o baile. Para minha surpresa ao chegar meu putinho já estava muito alto, dançava como ninguém, mantendo sempre a masculinidade e por isso resolvi ficar um tempo no bar bebendo, ficando assim apenas observando o movimento da festa. 

Minutos depois percebo uma troca de gestos, entre meu putinho e um rapaz com rosto angelical, provavelmente da mesma idade, devido aos traços joviais da face. Primeiro o rapaz com estatura aproximada de 1,67 marcado por músculos bem definidos (já dançava sem camisa) foi até um dos banheiros, e logo em seguida meu putinho o seguiu. 

Aguardei uns dois minutos e adentrei o banheiro que tinha apenas 4 cabines, das quais três estavam vazias, ou seja, aqueles dois dividiam agora a mesma cabine. Entrei numa cabine ao lado, e silenciosamente subi no sanitário para espiar o que rolava, e não poderia ser diferente, lá estava o meu putinho, feito um bezerro mamando a linda pica do moleque. Naquele momento eu estranhei minha reação já que não senti raiva ou ciúmes, mas na verdade senti mau pau pulsar dentro da cueca. 

Fui avistado pelo moleque que se assustou, arrumando as calças e saindo rapidamente e meu namorado com um cheiro descomunal de pica na boca tentou se desculpas, explicando que havia sido somente um deslize. Durante a explicação dei-lhe um tapa na cara e mandei que ele calar a boca e que era para ele aproveitar a festa como se eu não estivesse lá, e que quando eu o quisesse durante a noite eu o procuraria. 

Virei as costas e o deixei no banheiro, ainda tentando se explicar. Tomeis mais algumas bebidas e daí em diante, fiquei mais solto e comecei a dançar, logo as formandas todas novinhas começaram a ficar estigadas e chegar em mim, e eu que nunca neguei fogo comecei a beijar e sarrar algumas delas, mas não era aquilo que eu queria, minha mente já pensava em putaria da boa. 

Durante a noite reencontrei o rapaz que era chupado pelo meu namorado, lhe disse para não se espantar, e o chamei para conversar, ele me levou para o carro dele, conversamos e logo estávamos nos pegando, e admirem-se, bastou eu tirar suas calças empinar sua bunda e lhe dar uma longa chupada no cuzino, para que aquele macho começasse a implorar por pica de forma a parecer uma puta no cio. 

Não neguei fogo, encapei meu grossão e sem pena nem lubrificação dei uma única enterrada no rabo do moleque que gritou de uma forma que com certeza chamou atenção de quem estava nos carros ao lado. Esperei um pouco e o deixei relaxar, em alguns minutos lá estava ele rebolando na pica, e pedindo que eu o torasse, não gosto de meter de leve, se pego um cu de macho quero logo arromba-lo e assim o fiz, comecei com estocadas fortes num ritmo frenético e ele gemia, me chamando de macho e pedindo que eu não parasse. 

Estava sentindo um aperto descomunal naquele rabo e perguntei a ele se já tinha dado antes, e ele me conta que era ativo e acabava de perder o cabaço comigo. Quando terminou de me dizer que eu quebrava o seu cabaço, enlouqueci e como touro apertei ainda mais as estocadas e logo o macho se tornava uma menininha. Já estava por gozar e rapidamente tirei a capa do pau e mandei que chupasse, ele não rejeitou, chupou e rapidamente recebeu toda minha porra na boca, tentou se esquivar, mas lhe segurei a cabeça, enfiando a pica na garganta e dando-lhe um forte tapa na cara disse bebe logo viado, assustado ele bebeu, e me disse que também queria gozar. 

Mandei ficar quieto e nem por a mão no pau que ia arrumar um cuzão para ele torar. Mandei ele esperar no carro, me recompus, e voltei ao salão onde meu namorado deveria estar. Depois de um tempo procurando o vejo voltando de um escurinho com um mulato, que ao me ver começa a se explicar falando que estava aproveitando como eu havia mandado e que ele só pagou um boquete para o mulato. 

Eu disse que tudo bem e ainda disse que buscasse o mulato porque eu tinha surpresa para ele. Ele não se fez de rogado, voltou com o mulato e acenei para que eles me seguissem. Fomos até o carro do cara que eu tinha comido e ao abrir a porta ele já se masturbava afoitamente. Meu namorado me pergunta o que era aquilo, e eu disse para ele que era o presente de formatura dele, e que agora ele daria o cu para nós três. 

A início Luizinho tentou se esquivar disse que conhecia os pintos e que eram todos um pouco grandes para dar assim, que precisaria de lubrificação. Eu já um pouco bêbado, novamente lhe bati na cara, e disse-lhe: Cala boca sua puta, vadia, seu viado boqueteiro, você vai fazer o que eu mandar agora. 

Logo acima havia um terreno cercado por um capim alto, como eu já conhecia o clube, sabia que ali atrás havia um campinho ainda em construção e que poderíamos meter ali. Fomos todos, eu no caminho pude perceber pela marca na calça o volume do mulato que parecia ser grande, o que logo em seguida pude constatar, era grosso e deveria medir uns 24 cm. Meu namorado assustado, pergunta pelas camisinhas e nos olhando percebemos que nenhum de nós tinha uma naquele momento. Fogoso, o mulato diz que não se importava e ia no pelo mesmo, e assim foi. 

Logo meu namorado se abaixou e começou a chupar a todos, rapidamente minha pica já havia subido e estava como uma rocha, a situação me dava um puto tesão. O moleque que já não se aguentava deu ordem para que meu namorado ficasse de quatro na grama pois queria meter, o que meu namorado pronto atendeu. Sem pestanejar ele apontou a pica sem capa para o cu do meu namorado, deu umas cuspidas, ouço uns gemidos, e logo vejo o moleque como um garanhão torando meu namorado. Luizinho já estava entregue e jogava a bunda para traz como quem pedia mais pica. 

Pedi emprestado os blazers, forrei ao chão, me deitei e dei ordem ao meu puto que sentasse na minha vara, sentou e começou a cavalgar. O mulato sem perder tempo, já lhe torou a pica enorme na boca, e o moleque ficou ali olhando com cara de pidão. Olhando para ele que ainda não havia gozado, perguntei o que estava esperando para por no cu do meu namorado junto comigo o que ele rapidamente e sem muita pena enfiou. Senti meu namorado desfalecer, e acredito até que tenha desacordado por uns poucos segundos, mas ele estava aguentando com uma cadela no cio. 

Logo com uns 10 minutos nessa posição o moleque anuncia que vai gozar, eu sem conseguir me controlar e ao sentir a pica do moleque inchar dentro do cu do Luizinho também gozei, era um rio de porra, que lhe escorria perna abaixo. O moleque tirou o pau do cu do Luizinho e saiu na correria. Eu ainda estava ali me recuperando da gozada, e escuto o mulato dizer que também queria cu, mandei que ficasse a vontade e me levantei deixando meu namorado ali de quatro pra que aquele macho com aquele monumento de pica o fodesse, e assim ele o fez. 

Enquanto metia em meu namorado com a calça arriada aos joelhos, aproveitei para lhe dar umas linguadas no cu, rapidamente o macho começou a urrar e também encheu o cu do meu namorado de porra e ainda mandou que meu namorado lhe limpasse a pica, e ele foi, chupou com maestria deixando aquele membro completamente limpo. O mulato se foi e nós nos recompomos. Perguntei se ele estava satisfeito e ele me disse que sentia um vazio enorme no cu, lhe dei um beijo e falei agora se despeça de todos e vamos para minha casa por que ainda quero lhe comer hoje. Ele afirmou que não aguentaria pois estava dolorido, e eu disse para ele, que ficasse quieto, que ele só estava recebendo aquilo que procurou a noite toda. 

Saímos e chegando em casa, me penalizei ao ver o estrago que havia sido feito naquele cu, deixei ele relaxar e não comi mais ele aquela noite, mas avisei que a partir daquele dia, não havia mais amorzinho entre nós e que ele me serviria como uma boa puta, chorando ele pediu desculpas e aceitou a sua nova condição de puta.

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